
Vivem em Londres, mas a Margarida é madeirense e o Afonso alfacinha. Conheceram-se há nove anos na universidade, em Lisboa, onde eram colegas de curso e a amizade que criaram transformou-se num namoro, sem que para isso fosse preciso um pedido.

Para o cabelo, a noiva levou a Pini Hairstyle dois dias até à Madeira – “Fez toda a diferença, amei o trabalho dela!”, já a maquilhagem foi feita por uma rapariga madeirense, a Angie, que a noiva já conhece há muitos anos e também tinha maquilhado a irmã da Margarida no seu casamento – “Gostei muito, como sempre, do trabalho da Angie!”


Os brincos de platina e diamantes, com um formato de concha junto à orelha, pertenciam à mãe do noivo e foram oferecidos à Margarida.

As alianças foram feitas na Maison Simão e o anel de noivado foi comprado em Londres.



O vestido foi feito por uma grande amiga da noiva, a Constança Entrudo: “assim que fiquei noiva sempre quis que fosse a Constança a fazer o meu vestido e fiquei muito contente assim que ela disse que também adorava fazer esse projeto. Criar o vestido com a Constança foi uma das melhores e mais felizes partes do processo do noivado. O vestido não só demonstra claramente o seu talento, mas também a nossa amizade e o quanto me conhece ao ponto de criar algo que é tão “eu” e que ao mesmo tempo uma coisa que eu nem sabia que era o que eu queria – verdadeiramente o meu vestido de sonho.”


O vestido era composto por um top plissado de tule e várias saias que a noiva foi trocando ao longo do dia. Para a cerimónia e cocktail, a Margarida levou uma saia de lantejoulas e, por cima, uma de tule plissado.


Entre as convidadas, estava a madrinha e afilhada Inês, uma noiva Chez Godias da história “Mazel tov em Azeitão“.

A noiva levou um ramo de hortênsias brancas e amarantos feito pela florista Betty. Para calçar, elegeu um modelo de sapatos da Celine por terem lantejoulas prateadas como a saia do vestido.



O Afonso levou um fato feito à medida, conjugado com sapatos Citadin, gravata Hermès e uns botões herdados do avô materno, passados pela mãe quando anunciaram o noivado.





A cerimónia religiosa, com o Coro das 21, teve lugar no Convento de Santa Clara, no Funchal.














O copo-d’água foi no Colégio dos Jesuístas, onde a irmã da noiva já tinha celebrado o seu casamento quatro anos antes. Para além de considerarem o espaço muito bonito, os noivos também ficaram descansados por saberem que a organização seria feita pelo hotel da família da madrinha, Castanheiro Boutique Hotel, que também ficou responsável pelo catering e pelas duas torres de Choux que os noivos utilizaram para o momento do bolo – a Margarida e o Afonso escolheram, para o recheio, os seus preferidos: limão e avelã, respetivamente.


O Guilherme Gomes, primo da noiva que provavelmente reconhecem dos Napa, juntou um grupo de amigos músicos para criar uma roda de samba para o momento do cocktail. Como última música, cantaram todos “Oh Mida”, uma adaptação da música “Milla” com o nome pelo qual tratam a noiva.


“Para mim era muito importante ser uma localização em que a minha madrinha (e tia) pudesse fazer a decoração porque confio muito no seu trabalho e gosto. Toda a decoração do casamento foi pensada por mim e pela minha madrinha e executada por ela com muita ajuda da minha mãe e das minhas tias também – foi tudo feito por nós (incluindo a decoração da igreja) o que tornou tudo ainda mais especial.”




Quanto ao estacionário, a Margarida alinhou todas as ideias com a sua irmã, que as executou.





Para o jantar, a Margarida usou apenas a saia de lantejoulas e, depois da primeira dança, trocou para a terceira e última saia, mais curta e com flores de bordado madeira, que conjugou com um conjunto de brincos de prata mais compridos que os anteriores.



Os noivos contrataram o Ricardo Lemos e o Gabriel Nazaré, DJs da Plug, para a festa.


As fotografias foram tiradas pela Georgina Abreu, que se fez acompanhar pela Carolina Santiago, e o vídeo ficou a cargo do Nuno Miguel.
