

Apesar de serem ambos do Norte do país, foi em Lisboa que estes noivos se conheceramm quando a Teresa fez um estágio de verão, em 2019, na empresa onde o Pedro trabalhava. Mais tarde, após a pandemia, voltaram para o Porto para estarem mais próximos da família, com quem escolheram celebrar o dia mais importante das suas vidas até hoje, num evento que descrevem como “um grande almoço de família”.

Para o cabelo e maquilhagem, a Teresa elegeu a Raquel Leal. Para o calçado, escolheu um modelo da Stuart Weitzman e, quanto aos brincos e à pulseira, foram-lhe oferecidos pelos pais, que são ourives, como presente do seu 30.º aniversário.


Quanto ao anel de noivado: “desde pequena que experimentava anéis e sabia bem o estilo que queria. Ainda assim, apesar de ter esta grande ajuda do lado dos meus pais, que sabiam os meus gostos, o Pedro quis escolher um modelo diferente. E eu adorei!”


As alianças também foram feitas pela ourivesaria dos pais da Teresa, a Ourivesaria Nogueira: “A minha mãe deu-nos várias para experimentar, mas ficámos pelo mais tradicional. Foram feitas especificamente para nós e, quando ficaram prontas, o meu pai fez as gravações.”


A Teresa visitou uma loja da Pronovias com a sua mãe e, após experimentar alguns modelos, rapidamente escolheu um vestido e capa.



O ramo ficou a cargo da Horto de Espinho – Floral Boutique, que já costuma fazer os ramos para a família em momentos especiais. O único pedido da noiva era “um bouquet simples e cheio de cor”.



Na procura por um espaço com “jardins bonitos, já que o objetivo era fazer tudo no exterior, caso o tempo assim o permitisse”, a Teresa e o Pedro escolheram a Casa de Sezim, em Guimarães, para a cerimónia e copo-d’água – “Quando visitámos o espaço, soubemos que seria ali”.




O noivo levou um fato à medida feito pela Alphaiate, em Braga, sapatos Citadin e gravata It Tamarindo.


“Sabíamos que queríamos um casamento muito simbólico, apenas com as pessoas mais próximas e que efetivamente fazem parte do nosso dia a dia. E o nosso cãozinho, o Dobby, porque só assim a família estaria completa. A ideia era que fosse um dia simples, descontraído, sem formalismos, onde todos se sentissem simplesmente num grande almoço de família. Se pudesse ser no jardim, tanto melhor! Por esse motivo, o domingo foi a escolha óbvia. Fizemos o casamento civil ao final da manhã e depois juntámos todos à volta da mesa, tarde fora. Esse era o plano e não podia ter corrido melhor: os mais chegados, comida despretensiosa, um jardim enorme, crianças a correr, e muito sol a fazer-nos companhia. Só isso!”












A Brisa Studio ficou responsável pelo estacionário, que incluía ilustrações do que seria servido na refeição e ainda uma ilustração do Dobby – “A disponibilidade e atenção da Ana conquistou-nos. Foi uma querida do início ao fim do processo!”


Quanto à decoração, confiaram a tarefa à Daslu – “Foi uma das recomendações da Casa de Sezim. Pesquisámos e gostámos muito do estilo, mais informal e extrovertido, que era o que queríamos! Mais tarde saiu um artigo no Chez Godias e foi a confirmação de que foi uma boa escolha. A Luísa é muito descontraída, foi um processo muito simples! Adoramos o estilo dela, foi muito fácil chegar à proposta final.”







“O catering, maravilhoso, foi feito pela OBO. Começámos com uma folha em branco e eles foram percebendo os nossos gostos e objetivos. Tivemos vários crudos, para fazer jus à ideia de almoço leve de verão e para completar o conceito de partilha, incluimos um showcooking de paelha. O bolo foi pão de ló húmido acompanhado com morangos de jardim colhidos nessa manhã.”




As fotografias são do Bruno Guimarães.





