

A Teresa e o Sebastião conheceram-se na altura do liceu, através de amigos em comum, ainda que estudassem em escolas diferentes. O namoro começou em 2016, quando o Sebastião estava a estudar em Milão e, desde então, as suas vidas cruzaram-se entre várias cidades europeias – Roma, Barcelona e St. Gallen – sempre com a certeza de que queriam construir caminho juntos. Em 2021 deram o passo seguinte e mudaram-se para Zurique, onde vivem e trabalham atualmente.


O vestido da Teresa foi criado no atelier da Pureza Mello Breyner, depois de uma pesquisa que incluiu também algumas visitas a ateliers em Madrid. Ainda que aí tenha encontrado muitas ideias e materiais, foi com a Pureza que sentiu a confiança de estar em boas mãos. “[A Pureza] tem o dom de conhecer mais profundamente as pessoas e conseguir ler bem aquilo que as noivas gostam e o que lhes fica bem.”

Vivendo fora, todo o processo exigiu flexibilidade, com voos adiados e cancelados, mas, como me contou a noiva, o atelier mostrou sempre disponibilidade. A Teresa chegou com algumas referências, mas sem uma linha muito clara. A Pureza, em poucas trocas de ideias, conseguiu traduzir tudo num desenho certeiro, que praticamente não sofreu alterações. “As únicas coisas que pedi foi que fosse simples mas não básico, clássico mas que se adequasse ao sítio onde ia casar e que fosse algo com que me identificasse.”


A noiva optou por umaa maquilhagem, feita pela Inês Aguiar, que durou toda a noite, e o cabelo apanhado pela AMÊ Beauty, que deu maior destaque ao vestido.




A Teresa escolheu sapatos feitos à medida na Flordeasoka, verdes para combinar com as suas jóias e, apesar da altura, muito confortáveis. A joia principal, uma flor de ouro com brilhantes e esmeraldas da sua tia-avó, foi usada como chocker, presa a uma parte de tecido plissado igual ao do vestido.

Para complementar, usou brincos da mãe do Sebastião, também com esmeraldas e brilhantes.

O anel de noivado foi feito com a ajuda de um dos melhores amigos do Sebastião, cuja família está no ramo. Ficou exatamente como a Teresa sonhava: uma aliança de brilhantes ou, como se diz em inglês, um eternity ring.

A Decofloralia ficou encarregue do ramo da noiva, bem de como todos os arrajos da decoração.





“A cerimónia foi na Igreja de São Simão, em Azeitão, por ser uma igreja pequena, intimista e linda, com uns azulejos que fazem aquele sítio muito especial.”






Para o coro, os noivos contrataram a Maria Ana Bobone, que chamou uma voz masculina e duas pessoas para a guitarra.

Os mais novos foram vestidos pela Peixinho do Mar, com um padrão a combinar com a decoração da tenda do copo-d’água.


Quanto às alianças, o irmão do Sebastião, que também foi padrinho de casamento, ofereceu-lhes um workshop onde puderam criá-las com o apoio da Sofia Canas da Mota Joalharia.




Para o copo-d’água, os noivos elegeram o Hotel Casa Palmela, um espaço perto de Lisboa no qual puderam passar o fim de semana com a família e amigos.


Um pormenor deste casamento é que à chegada à quinta os convidados deixavam o carro no serviço de Valet, que após arrumar os carros ia deixando em cada um um kit de ressaca.

Apesar de terem organizado o casamento à distância, os noivos contaram com o apoio incansável das mães e de uma amiga de família, a Mafalda Figueiredo, da Blend Events – “Tem todo o conhecimento sobre planeamento de eventos, tem um gosto com o qual nos identificamos muito e uma atenção ao detalhe fenomenal. Foi a “maestrina” de todos os fornecedores e quem pôs em prática todas as ideias que tivemos”.


A decoração ficou a cargo da Festa Aluga e o estacionário da Azure Atelier, que desenhou os menus e seating plan a partir das diretrizes dos noivos.





As Olguinhas trataram do catering e a Manteigaria forneceu a torre de pastéis de nata para o momento do bolo.



Os noivos abriram a pista ao som de “Gloria”. Após este momento, contaram com a banda inglesa Switch e, mais tarde, com o DJ Chumbinho.


Os Prism tiraram as fotografias e o Bernardo Bogarim tratou do vídeo.



