Turma certa

Casamento da Kika e do Luís em Oliveira de Azeméis

A história deste casal começou na adolescência, quando o Luís entrou para o sétimo ano na mesma escola que a Kika. No décimo ano foram colocados na mesma turma, tornaram-se melhores amigos e seguiram juntos até ao último ano do curso de Medicina. Alguns meses antes de partirem de Erasmus em semestres diferentes, o Luís decidiu pedir a Kika em namoro e, passados exatamente sete anos, pediu-a em casamento.

Para a maquilhagem e penteado que idealizava, com um ar simples e natural, a noiva elegeu, respetivamente, a Mariana Monteiro e a Ana Regina.  

A Kika encontrou o seu vestido de noiva no atelier Jesus Peiro, no Porto, onde se identificou com os cortes e os tecidos dos vestidos. Apaixonou-se por um modelo acetinado de corte simples e juntou uma capa assimétrica – que lhe acrescentou uma camada de elegância e movimento. Por último, na capa colocou um alfinete que era da sua avó paterna.

“Na última prova do vestido, rendi-me ao véu que a minha mãe usou no casamento. Uma versão diferente do look para a cerimónia religiosa, com tanto significado e memórias.”  

Da mãe, levou também emprestados uns brincos antigos de ouro e pérolas.  

A Momentos de Miosótis Arte fez o ramo da noiva com peónias brancas sem folhas e com um caule comprido, amarradas com uma fita igual aos marcadores de lugar e com duas medalhas: “uma de Nossa Sr.ª de Fátima que me foi oferecida nas vésperas do casamento, e outra que me foi oferecida pela família na manhã do casamento, com o nosso monograma gravado e a data do casamento.” 

A noiva levou uns sapatos flordeasoka.  

O noivo optou por um fato azul escuro de três peças da Boss, com lenço branco e uma gravata azul clara. Os botões de punho foram oferecidos por um dos padrinhos e o relógio pela noiva.     

A Quinta da Costeira, um lugar especial na vida da noiva, rapidamente conquistou também o Luís. Este espaço, repleto de história, revelou-se perfeito para o casamento, com a sua capela – onde o pai da Kika foi batizado – e uma tenda integrada num cenário natural único. 

Os noivos contaram com duas vozes e um piano para acompanhar a cerimónia.

A Kika e o Luís procuraram incluir detalhes carregados de significado e família, incluindo a caixinha das alianças da avó materna da noiva, na qual gravaram os nomes dos noivos e a data do casamento.   

O bolo, feito pela Confeitaria Paivas, foi cortado no final das escadas da capela, com vista para as vinhas, logo após a cerimónia e antes dos aperitivos, seguindo o objetivo dos noivos de assegurar uma maior fluidez do dia.

Inspirados por amigos, os noivos doaram o valor das lembranças aos Bombeiros, em memória do avô materno da Kika.

O catering ficou a cargo da própria quinta, assim como a decoração escolhida pelos noivos.   

Da música, encarregou-se a Musicbox Porto.  

As fotografias foram captadas pelos Across the Mountains e o vídeo pelos 24 Films.  

Nas palavras da noiva, esta é uma história de dois “melhores amigos que arriscaram no amor, agora marido e mulher.” 

Ainda bem que foram colocados na turma certa, a mesma!

Outras histórias na mesma região:

Casamento da Carlota e do Francisco

Casamento em Viseu

Casamento da Sara e do António em Coimbra